Commentaire spirituel pour le 5ème dimanche du temps ordinaire7 février 2010 - Année C Père Philippe Marsset, curé de Saint Pierre de Montrouge, à Paris -- Une production de croire.com
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
Dies Domini
Commentaire spirituel pour le 5ème dimanche du temps ordinaire7 février 2010 - Année C Père Philippe Marsset, curé de Saint Pierre de Montrouge, à Paris -- Une production de croire.com
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
domingo, 31 de Janeiro de 2010
sábado, 30 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
domingo, 24 de Janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
Mesmo assim continua a custar-me
aie cette pensée sous la main: c'est pour faire
oeuvre d'homme que je m'éveille.»
Marco Aurélio
terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
Miep Gies ("In Memoriam")
Tendo o link da Anne Frank Huis em destaque na barra lateral não poderia deixar de assinalar o desaparecimento de Miep Gies. Foi graças a ela que se salvaram as páginas manuscritas do Diário de Anne Frank. Mas o que importa destacar é a sua coragem em tempos de barbárie, ajudando o próximo com risco da própria vida. Paz à sua alma.segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
Será que tenho a mania de que estou a ficar louco?

Manias

1.ª mania de ser do contra, aliás o contra é mesmo o meu forte. Às vezes chego a ser contra moi-même.
2.ª mania de ser um pecador impenitente. Não é que fuja às penitências, elas é que parece que não fazem efeito. Será defeito meu?
5.ª mania de tapar as orelhas quando os alunos saem da sala de aula. Já ouviram a turbina dum avião a trabalhar? É parecido.
Agora vem a parte pior: tenho a mania de quebrar estas correntes (lembram-se de que sou do contra?). Sorry Malu. This is the end. That's all folks!
domingo, 10 de Janeiro de 2010
Camus (1913-1960.01.04)

sábado, 9 de Janeiro de 2010
Bonjour tristesse
disent de leur maison: ma tristesse is my castle.
Bien des gens voient
dans la tristesse l'une des commodités de la vie:»
S. Kierkegaard
quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Laeti Triumphantes
sábado, 19 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
Bichos de estrebaria
terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Ce qui nous rend heureux, c'est...
Um inquérito da revista Psychologies (n.º 291, Dez. 2009) sobre os valores indica que para os franceses os valores mais importantes são o respeito e a liberdade (total de 98%). A autonomia vem logo a seguir com 97% do total das respostas. Mais abaixo temos o risco (48%) a competição (31%) e finalmente a religião (25%).domingo, 13 de Dezembro de 2009
Santa Luzia em Vila Real

Neste dia de Santa Luzia, em Vila Real, manda a tradição que as raparigas da cidade ofereçam o pito aos rapazes seus eleitos, para que no dia 3 de Fevereiro, dedicado, na liturgia, a São Brás, os rapazes retribuam a oferta com a gancha.
Para que não haja confusões, convém referir, que o pito é um bolo com recheio de doce de calondro e a gancha um rebuçado em forma de báculo episcopal.
A lenda
Maria Ermelinda Correia, depois Irmã Imaculada de Jesus, era deveras gulosa. Foi este defeito que levou a família a pedir a graça da clausura na esperança de lho transformar em virtude.
(...) No intervalo dum silêncio de «regra» conventual, quando falava de doces a resposta era sempre a mesma: «nem vê-los».
Na sua inocência, começando a percorrer os caminhos da Fé e da Doutrina para o noviciado tornou-se devota acérrima de Santa Luzia, orago dos cegos e padroeira das coisas da vista.
Foi assim que os pitos de Santa Luzia lhe foram consagrados, e como tal testemunha a festa que ainda hoje, a 13 de Dezembro, na capela de Vila Nova, mantém a tradição.
E como aparecem os Pitos?
Naquela manhã fizera o curativo a uns quantos doentes. Na maioria dos casos foram feridas, contusões e inchaços nos olhos. O remédio daquele tempo eram os «pachos de linhaça».
Eram uns quadrados de pano cru onde se colocava a papa, dobrados de pontas para o centro para não verter a poção. Eram colocados, como um penso, no ferimento.
Correu à cozinha e fez uma massa de farinha, pois a pouco mais tinha acesso, e cortou-a em pequenos quadrados. Não tinha doce mas, tendo guardado o cibo de açúcar que lhe cabia em ração, fez uma compota de abóbora.
Dobrou a massa por cima da compota, à imagem dos «pachos», e cozeu-os no forno sempre quente a qualquer hora do dia. Despachou-se de seguida a escondê-los debaixo do catre da sua cela.
No caminho cruzou-se com a Madre Superiora (que era praticamente cega). No meio da escuridão a abadessa pergunta-lhe o que leva no tabuleiro. A velha senhora ainda empina o nariz para ver se adivinha pelo cheiro.
«São pachos de linhaça irmã Madre... Para os meus doentes que amanhã virão».
Não eram muito agradáveis à vista mas, satisfaziam-lhe a gula e calavam na profundeza da alma o pecado que não se sentia porque comendo-os na escuridão da cela e da noite, sabia, porque o tinha ouvido dizer, «do que não se vê não se peca».
Na imagem: Pitos de Santa Luzia
Receita
Ingredientes
Massa: Farinha; sal; água; ovos
Recheio: Abóbora; açúcar; canela
Preparação
Num alguidar mistura-se a farinha, os ovos, o sal e a água até obter uma massa consistente. Forma-se uma bola com a massa, polvilha-se com farinha e deixa-se a massa a descansar.
Durante o tempo de espera prepara-se o recheio. Coze-se a abóbora passando-a pelo “passe-vite”. A este puré é adicionado o açúcar e a canela.
Estende-se a massa com o rolo e cortam-se quadrados de massa, colocando-se no centro destes uma colher de recheio. Juntam-se os cantos do quadrado de massa formando uma trouxinha. Levam-se ao forno num tabuleiro polvilhado com farinha.






