segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Filosofia para crianças (18)


Une petite fille dit à sa maman que plus tard elle épousera Monsieur le curé. Sa maman lui précise:«Les prêtres ne se marient pas, ma chérie.

-Ah bon! Alors, les enfants de choeur, d'où viennent-ils?»

5 comentários:

joaquim disse...

Bem, as crianças fazem cada pergunta!!!

Esta tem graça e não ofende ninguém...

Abraço amigo em Cristo

Mme. Conchita disse...

Peço desculpa se vou ofender alguém, não é essa a intenção, mas nunca percebi a razão pela qual os padres têm de fazer voto de castidade que, em alguns casos não cumprem (e jamais os censurarei por isso!). Não seria muito mais honesto, se os padres pudessem casasr e constituir família, como seres humanos que são, com todas as suas qualidades, defeitos e necessidades? A meu ver, o voto de castidade é uma crueldade muito grande para com um pobre mortal!Coloco a questão, porque tive um familiar padre, que teve de fugir para o Brasil, durante o Estado Novo, mais a sua governanta e a filha dos dois! Verdadeiramente desumano, na minha opinião!

José A. Vaz disse...

pois, receio bem que este blogue não possa resolver tal "problema" secular, mas pode sempre tentar uma entrevista com o papa. o voto de castidade quando é assumido por alguém de forma consciente e livre, não sei se será uma crueldade, justamente porque é um acto volitivo e livre. também acho que muitas vezes não o é, e daí os "meninos de coro". e também é verdade que muitas vezes é a razão pela qual muitos não seguem a vocação sacerdotal. contudo, a castidade por amor ao Reino dos Céus é um valor evangélico. na história da igreja nem sempre foi obrigatório e é uma regra que pode ser alterada justamente porque não constitui um dogma de fé. ainda assim, não será uma coisa para alterar a curto ou médio prazo. quanto ao seu familiar não precisava de ir tão longe; lá para perto dos meus lados, no Barroso, havia muitos assim e não tinham só um filho, tinham vários e às vezes com conhecimento dos bispos. mas que, as coisas eram mesmo assim por natureza(que o diga frei Bartolomeu dos Mártires que os conhecia bem). E hoje em dia qualquer país é melhor do que Portugal para se viver. há males que vêm por bem. shalom. quero dizer, au revoir et merci énormément. e que Deus nos perdoe estas heresias, porque os padres e os bispos não sei se perdoarão. você, Mme. mete-me em cada imbróglio. vous êtes très méchante. vade retro!

joaquim disse...

O voto de castidade é um voto livre e que é conhecido à partida por aqueles que vivem a vocação do sacerdócio.

O facto de alguns sacerdotes esporadicamente o não respeitarem apenas significa que são homens como nós e portanto pecadores.

Pela Doutrina da Igreja, também às pessoas casadas e não só, é vedado o sexo fora do Matrimónio e no entanto isso acontece todos os dias.

Hoje em dia o "fenómeno" dos padres com filhos tende a diminuir, porque há uma bastante maior consciência da vocação sacerdotal, que antigamente era muitas vezes fruto de uma vivência social ou pressão familiar.

Tenho para mim, que sou casado e com filhos, que o celibato dos padres lhes permite uma muito maior entrega à sua vocação sacerdotal, podendo dedicar-se por inteiro à sua missão, para além de outras razões claro está.

Se o entendimento da Igreja fosse diferente e os sacerdotes pudessem casar, aceitava-o exactamente com aceito o celibato neste momento para os sacerdotes.

Não julgo que o celibato seja impeditivo da vocação sacerdotal, como não julgo que a possibilidade de os sacerdotes puderem casar resolvesse os seus problemas sexuais.

Caro José perdoa-me ter metido a "colher no prato alheio"!

Abraço amigo em Cristo

José A. Vaz disse...

Joaquim, por mim estás sempre à vontade... entende-te lá com a Mme. Conchita...shalom.