quinta-feira, 7 de maio de 2009

O Nó do Problema

Recebi hoje este filme no meu e-mail, através duma colega. Dizer que é um murro no estômago seria irónico. Dizer outra coisa qualquer seria inútil. Por isso vejam e...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

João Paulo II


Jean Paul II prie Dieu et lui demande:
«Seigneur, est-ce que la Pologne retrouvera la prospérité et la démocratie?
- Oui, mais pas de ton vivant», répond Dieu.
Alors le pape insiste et demande:
«Après moi, y aura-t-il encore un autre pape polonais?
- Oui, mais pas de mon vivant», répond Dieu. (Histoire inventée ou adaptée par Jean-Paul II, et racontée à son ami André Frossard.)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Enigmas

Dou um prémio a quem me disser a que episódio da História da Igreja se refere a imagem em epígrafe! No kidding!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Fim


Morreu hoje Vasco Granja. Por mim não posso esquecer uma parte das tardes da primeira adolescência passadas numa remota aldeia de Trás-os-Montes ouvindo e vendo aqueles desenhos animados vindos do frio (como o espião de Le Carré) mas também da inevitável América. Há quem não apreciasse o estilo e os filmes, mas numa altura e numa zona em que não era muito fácil aceder a outras referências, a rubrica de Granja era uma excelente forma de dar asas à imaginação e a outras formas de refúgio do pensamento. Eu gostava; e gosto principalmente de agora recordar esses tempos imemoriais de inocência e despreocupação. Havia as brincadeiras e descobertas típicas da aldeia, mas os filmes e os programas de Granja eram uma espécie de aventura para lá da realidade telúrica (e não são para aqui chamadas ideologias). Não esquecer também a sua participação na revista Tintin, outra referência da banda-desenhada nacional. Obrigado Vasco, so long!

domingo, 3 de maio de 2009

Dies Domini: Do Bom Pastor.

EVANGELHO – Jo 10, 11-18
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus. «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhase as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai».

Dia da Mãe: "Haec ornamenta sunt mea".



Cornélia, a mãe dos Gracos, hospedou uma vez em sua casa uma mulher da Campânia. Como a mulher fazia grande gala das suas jóias, que eram das mais belas da época, Cornélia manteve conversa com ela té os filhos voltarem da escola. Disse então, apontando para os filhos: «Haec ornamenta sunt mea» (Estas são as minhas jóias).

Crise de Confiança...

Lu dans un café: «Nous n'avons confiance qu'en Dieu. Les clients doivent payer comptant.»

sábado, 2 de maio de 2009

Gerações


Geração Magalhães
Duas gerações que por mais que escondam, deixam sempre alguma coisa de fora!

domingo, 26 de abril de 2009

Dies Domini

EVANGELHO – Lc 24, 35-48
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos. Como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escriturase disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas».

sábado, 25 de abril de 2009

Dia da Liberdade


«Coimbra, 25 de Abril de 1974 - Golpe militar. Assim eu acreditasse nos militares. Foram eles que, durante os últimos macerados cinquenta anos pátrios, nos prenderam, nos censuraram, nos apreenderam e asseguraram com as baionetas o poder à tirania. Quem poderá esquecê-lo? Mas pronto: de qualquer maneira, é um passo. Oxalá não seja duradoiramente de parada...»

Miguel TORGA, Diário XII, pág. 59.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

S. Jorge e o Vinho do Porto

S. JORGE

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Grande Dia para o Vinho do Porto!
Taylor’s, Fonseca e Croft declaram Vintage 2007

«A Fladgate Partnership declara vintage 2007 para todas as suas casas Taylor’s, Fonseca e Croft no dia de São Jorge, dia 23 de Abril.
O dia de São Jorge não é só famoso pelo corajoso combate contra o dragão mas é também o dia em que, tradicionalmente, a Fladgate Partnership anuncia a decisão de declarar vintage.
Ao contrário do dia de São Jorge que se festeja todos os anos, a declaração de um vintage acontece apenas três vezes em cada década. A última declaração da Fladgate Partnership foi em 2003, cinco anos depois volta a fazer-se história.
“Uma declaração é a notícia mais aguardada no sector elevando o prestígio do vinho do Porto ao nível mais alto e colocando-o entre os grandes vinhos do mundo.”, assevera Adrian Bridge, Director Geral da Fladgate Partnership, salientando ainda que “Não há altura mais empolgante no nosso negócio do que o momento da criação de um novo vintage. Estamos certos que estes 2007 estão ao nível dos ilustres vintages já produzidos por estas reputadas casas”.»(AgroNotícias)

Vou brindar a isso e à honra de S. Jorge!

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"Port is cure for all ills save death"

*

"Oh plump head waiter at The Cock

To which I most resort,

How goes the time? 'Tis five o'clock-

Go fetch a pint of Port." (Tennyson)

*

"Claret is the liquor for boys; port for men" (S. Johnson)

*

"Any time not spent drinking port is a waste of time" (P. Croft)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia da Terra

«Ensinai aos vossos filhos aquilo que ensinamos aos nossos filhos, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra.»
(Da Carta do Chefe Seattle)

Imagens: Éditions CRER, 2005-B. Debelle.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Missas secas

Calma! Que o título deste post nada tem de depreciativo ou herético; muito menos se destina a comentar experiências contemporâneas e modernaças que possam ter surgido por aí! Antes pelo contrário. É que simplesmente me pus a ler um livro sobre a História Trágico-Marítima (que na verdade é uma dissertação de mestrado) de Kioko Koiso, uma japonesa que viajou, inclusive, a bordo do navio-escola Sagres para elaborar este trabalho. E aí encontrei a tal referência às missas secas a bordo das naus que faziam a Carreira da Índia (e não só). Passo então a transcrever para partilha:

«A acção dos sacerdotes centrava-se no santo ofício da missa, pois "é através da missa que Cristo se torna presente". Por conseguinte, todos os Domingos e dias santos celebravam-se missas, muitas das quais eram cantadas e acompanhadas de pregação (...) Porém, a missa a bordo era, por via de regra, ministrada, faltando "a principal couza da solemnidade e devoção", isto é, "o Santíssimo Sacramento". A missa sem pão nem vinho designada de "missa seca", começou a ser celebrada após o Concílio de Trento, baseada na sessão X-XII, pelo Decreto De observandis et evitandis in celebratione Missae, de 17 de Setembro de 1562. Apesar de os embarcados, na viagem da Carreira da Índia, correrem sempre o risco de perecer por fome, sede, tempestades, doenças epidémicas e naufrágios, o que parece motivo mais que suficiente para comungar a bordo, era proibida a missa com o verdadeiro Sacrifício Eucarístico pelo perigo de derramamento das espécies sacramentais. Deste modo, com a ausência da presença manifesta de Cristo, não se podia satisfazer a devoção dos que viviam as vicissitudes de uma longa e arriscada viagem como a da Carreira da Índia. Quando o padre Fulvio Gregorii informa acerca da permanência de 15 dias em Moçambique, em que os clérigos não só pregaram como também confessaram e comungaram, lamenta-se dos muitos dias que tinham passado sem o santíssimo sacramento.»
Kioko KOISO, Mar, Medo e Morte: aspectos psicológicos dos náufragos na História Trágico-Marítima, nos testemunhos inéditos e noutras fontes, vol. I, Patrimonia, Cascais 2004.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Férias, Douro e Páscoa

Aqui vos deixo alguns retratos das minhas férias
de Páscoa no Douro Transmontano!
Carpe Diem!
Na minha terra










"Retiro espiritual" na Quinta Nova





No cais do Pinhão (Douro Queen)


E finalmente... Um pormenor da
Visita Pascal
(Domingo de Páscoa-2009)

Hoje como ontem

Capa da Visão de hoje

E uma antiga e célebre canção

terça-feira, 14 de abril de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Páscoa Feliz


Desejo a todos os amigos que por aqui passarem (volitiva ou acidentalmente) uma boa Páscoa. Eu cá vou até ao alto de Portugal "deitar raízes"; e lá só há tempo para o convívio, os montes e a visita pascal! E nada disso é virtual! Shalom!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Complexos


Conta-se que certa vez, a um irmão que tinha complexos de superioridade, S. Francisco de Assis ordenou que fosse fazer uma pregação pública todo nu. Por sua vez, para que ele não ficasse com complexos de inferioridade, foi ele próprio assistir à pregação... todo nu!
Imagem: quadro de J.F. Hippolyte (Museu do Louvre)